4 desafios para segurança da informação nas empresas

Segurança da informação: 4 principais desafios nas empresas

A segurança da informação é um dos assuntos mais discutidos atualmente, e um dos fatores mais sensíveis numa empresa.

Não só os dados de clientes se tornaram ativo valioso no mercado, como a nova Lei de Proteção de Dados agora exige maiores cuidados.

Por isso os empreendedores têm se preocupado – e muito! – com a segurança da informação nos seus registros.

Afinal, a integridade das informações que circulam na organização deve ser preservada contra qualquer vazamento, como invasões ou mesmo a divulgação indevida de dados pessoais.

Mas a política de segurança da informação vai muito além disso, envolve outras aspectos do próprio negócio.

Enfim, vamos falar sobre segurança da informação na sua empresa? Confira 4 desafios principais a serem enfrentados:

1. Manter a segurança da informação dos clientes

A maioria das empresas mantém bancos de dados com informações pessoais de usuários e clientes.

Isso é cada vez mais comum, principalmente no mercado virtual.

Afinal, são elementos importantes para desenvolvimento de estratégias de negócio.

Eles são utilizados, por exemplo, para ações de marketing e relacionamento, bem como para conhecer melhor cada consumidor.

O problema é que esses dados são confidenciais e privados.

Portanto, devem ser mantidos em segurança, para evitar vazamentos ou qualquer uso indevido, como finalidades não autorizadas.

Afinal, basta um deslize na gestão dessas informações… e os impactos podem ser devastadores – tanto para as finanças quanto para a imagem da empresa.

2. Prevenir ataques de hackers

As ameaças externas de hackers (ou crackers) nas empresas que utilizam plataformas online são riscos frequentes.

Mas não dá para qualquer negócio sobreviver fora do mundo digital, não é mesmo?

A tecnologia nos proporciona recursos, ferramentas e benefícios inimagináveis – mas precisamos conhecer os riscos aos quais estamos expostos.

Além da invasão aos computadores, esses terceiros-não-autorizados podem destruir informações sensíveis ou furtar dados comerciais, e causar grave instabilidade.

Por isso, os responsáveis pela segurança da informação na sua empresa devem montar boas estruturas de reação, além de monitorar todos os sistemas.

O objetivo é identificar eventuais brechas e possíveis falhas, além de administrar relatórios detalhados com intuito de alertar e prevenir ataques cibernéticos.

Para começar, uma boa ideia é investir em bons antivírus, manter ativo o firewall e realizar gravações de backup com frequência.

3. Proteger a propriedade intelectual da empresa

A segurança da informação também envolve proteção à propriedade intelectual da sua empresa.

Afinal, é necessário proteger os dados intelectuais de criação no empreendimento, como desenho industrial, softwares, dentre outros ativos.

Aliás, isso também envolve a gestão de direitos autorais e eventuais royalties sobre marca etc.

E, claro, garantir a segurança da informação deve prevenir sua empresa contra a pirataria!

Todos esses fatores de risco podem causar prejuízos sensíveis nos processos operacionais, e até na sua marca.

Além disso, é preciso monitorar eventuais riscos internos, principalmente se o seu negócio gira em torno de ciência, tecnologia ou inovação.

Nesses casos, é importante prevê em regulamento interno que toda obra intelectual desenvolvida no âmbito do empreendimento é propriedade da empresa.

É importante manter os colaboradores devidamente informados acerca da proibição de fazer cópias ou de distribuir dados sem autorização.

4. Mapear os riscos de segurança da informação

O maior desafio, certamente, é neutralizar todos esses riscos. E, para isso, é preciso conhecê-los bem.

Uma única falha pode comprometer toda a segurança da informação na empresa.

Afinal, muitos processos internos têm sua integridade atrelada à tecnologia e funcionam em cadeia.

Então, se houver alguma brecha no “sistema”, a danificação pode ser completa.

Por isso, é importante que quem trabalha no seu empreendimento esteja comprometido com as políticas de governança corporativa.

E especificamente a governança de TI deve manter todo o sistema íntegro, o que envolve o trabalho de todos os colaboradores e usuários.

O monitoramento deve ser constante, por meio de análises de recorrência, sempre obedecendo às políticas de privacidade e proteção de dados.

Por isso, não só ferramentas e técnicas são necessárias, mas às vezes torna-se imprescindível estabelecer um programa de compliance digital na empresa, para gestão de riscos desse tipo.

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Lembre-se: caso algum incidente tenha ocorrido ou estando sua empresa sujeita aos riscos dos quais falamos, considere buscar ajuda profissional para assessorar nas decisões a serem tomadas.

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O que achou do texto de hoje? Aproveite para conferir se você já sabe qual a diferença entre compliance e governança corporativa.

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